terça-feira, 26 de agosto de 2014

CRIANÇAS PRECISAM APRENDER A RESPEITAR AS DIFERENÇAS

Num país tão grande e multicultural como o Brasil, onde a linguagem e os hábitos se diferenciam de região para região, é muito comum à intolerância se apresentar em algum momento. Porém, é nos primeiros anos de vida que se deve aprender a respeitar as diferenças. O importante é mostrar que existe um limite entre a curiosidade e a chacota e que ninguém é igual a ninguém. "É preciso fazê-los entender que a diferença não pode ser motivo de piada", afirma a psicóloga Ana Cássia Maturano, que reforça a necessidade de ensina-lás a conviver com as diferenças em todos os sentidos. Sotaque, óculos, aparelhos ortodônticos, raça, altura, enfim, são muitos os fatores que podem virar piadas. Algumas vezes, as crianças são influenciadas pelos preconceitos dos pais que, mesmo que não digam diretamente aos filhos, acabam fazendo comentários ou brincadeiras jocosas perto deles. O suficiente para dar às crianças subsídio para fazer gozações. Segundo a especialista, a melhor forma para ensinar o convívio natural com as diferenças é o convívio em sociedade e a escola é o primeiro grupo social da criança depois da família. "Não é preciso fazer apologia nem forçar o convívio como tentativas de ensinar o respeito às diferenças", exemplifica Ana Cássia. "Mas é interessante que os educadores aproveitem as oportunidades que surgirem para mostrar a importância da tolerância". Por Carmem Sanches in: Villa Mulher

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Pára o mundo que eu quero descer??? Não! Quero tempo pra escrever!!!

Caraca, maluco! Desde 2009 sem postar!!!! O Gulí já se veste sozinho, 3 números acima da sua idade, está praticamente alfabetizado e ... silêncio no blog... ZzzzzZZZzzz... Isso me lembra aquela parte da Bíblia, em que Jesus sumiu logo após o nascimento e retornou com 12 anos!!! Nãããõ!!!! Vamos recuperar!!! E eu tenho tempo??? Claro que não!!! Mas "estaremos fazendo" o possível, senhoras e senhores!!! ("Gerundismo" numa hora dessas é muita cara de pau!!! Kkkkk!!!) Até breve... Juro!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Juro que essa é pra encerrar a série!

... pelo menos por enquanto...

"O Gulí não tem chulé
Não tem porque lava o pé
Ele mora no Lago Norte
Não tem chulé
Porque lava o pé!
Lava o péééééé!"

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Musiquinhas 2

Daí estão reprisando a novela “Alma Gêmea” e me pego cantando a música da abertura, do Fábio Júnior.

E como tudo atualmente gira em torno do Gulizinho, acabei mexendo um pouquinho na letra dessa também:

“Traz a minha, de goiaba, de pêra ou de maçã, ou de manga com laranja, de ameixa ou de mamão. De banana com aveia, ou de frutas tropicais, dá papinha de frutinha pro bebê!”

Essa ficou mais, digamos, fofinha… hehehehe

Musiquinhas

Já repararam como as canções infantis são assustadoras?

“Nana nenê, que a Cuca vem pegar…”

“Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega esse menino que tem medo de careta…”

“…o Cravo saiu ferido e a Rosa despedaçada…”

“ Atirei o pau no gato…” Pobre bicho! Pobres crianças!

Daí, inventei uma outra letra pra uma delas:

“Nana nenê, mamãe vai tomar banho, levar o nenê na creche e vai trabalhar. Mamãe vai trabalhar pra dar tudo pro nenê, roupinha, brinquedo, remédio e o que comer!”

Mais realista, nada meiga, mas, pelo menos, sem terrorismos!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Cadernetinha

Sábado teve nova campanha contra a pólio. E lá estava o Gulí, mais uma vez, claro.
Não deixo passar nada, nenhuma oportunidade de mantê-lo saudável!
Não fez cara feia pras gotinhas, mas também não curtiu muito ficar deitado.
Ele não gosta de ficar deitado. Esse negócio de deitar é só na hora dormir. Ou de mamar!
Daí, lá estava eu, conferindo a cadernetinha de vacinação e vi de novo aqueles espaços para preencher as habilidades do bebê, pra ir acompanahndo seu desenvolvimento.
Já se passaram 9 meses e não consegui tempo pra preencher os espaços. Como assim, se eu tenho tempo pro Blog? Pois é, agora eu tenho tempo. Mas esses momentos passaram sem um registro em flagrante. Ali, na hora!
Porque na hora, a gente esquece. Lembra depois e daí não tem tempo, enfim. Passou!
Mas eu lembrei de fotografar! Ahá! Bendito celular com câmera, companheiro de todas as horas! Resolução razoável, porém o suficiente para gerar boas fotos!
Então, vamos às fotos! Vamos lá pesquisar o primeiro sorriso, o primeiro brincar com as mãos, os sustos, as surpresas, as descobertas.
Tomara que dê pra resgatar alguma coisa...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Página Virada

Eis que o Gulí fez nove meses. Foi num sábado. No mesmo sábado em que recebíamos a visita do tio dele. Fomos ao pediatra e o nosso Gulizinho cresceu mais do que engordou, porém continua acima da média. Que o digam meus braços!
Almoçamos comida típica do nordeste: carne de sol, feijão de corda e mandioca com manteiga de garrafa. E o Gulí sentou num cadeirão pela primeira vez! Uma bagunça só, com aquele papel manteiga que colocam sobre a toalha da mesa. Uma festa!
E a partir daí, foi como se tivéssemos virado uma página: ele já amanhecera outra criança!
No domingo, estranhou um casal de amigos que veio almoçar conosco. Durante a semana, no retorno à creche, chorou pela primeira vez em meses, estranhando as tias. E não parou mais de falar!
Bate papo com o papai, grita pra chamar os cachorros - mas a gente só sabe porque ele grita olhando pra eles, é claro!- e não sossega mais pra trocar fralda ou tomar banho. Uma luta!
Foi alguma coisa assim como se tivessem jogado água no Gizmo - dos Gremlins, lembram?
É... a partir de agora as coisas vão ficar agitadas...